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Descrição

Cupins são problema muito sério em áreas urbanas. São comumente vorazes e endógenos na estrutura edificada e em arvores, mostrando pouco ou nenhum sinal de sua presença, exceto quando a infestação é severa e túneis externos são evidentes.



Principais Espécies

Três categorias de Cupins tem importância como pragas nas áreas urbanas do nosso país. São conhecidas como:


Possuem colônias pequenas (algumas centenas e poucos milhares de insetos) inseridas na própria peça atacada (Não constroem ninhos verdadeiros). Atacam madeira seca manufaturada (forros, madeiramento estruturais, móveis, etc.) e partes mortas de arvores (troncos, galhos, etc.). Pelotas fecais típicas em forma de pequenos grânulos (semelhante a areia grossa), que quando escuras devido a oxidação denotam infestações antigas. Não atacam partes vivas de arvores.




Atacam madeira e derivados. Vivem em ninhos construídos fora do alimento e em locais ocultos, bem protegidos. São capazes de transitar amplamente pelo ambiente (solo, edificações em geral, arvores), e podem dispensar totalmente o contato com o solo ou com a terra propriamente dita.




Praga devido sua ocupação urbana em áreas de ocorrência natural. Gênero nativo, muito encontrado no litoral e interior Paulista, causam transtornos similares aos Cupins subterrâneos, porem habitualmente constroem ninhos em suportes elevados, tanto em locais visíveis como bem ocultos, e transitam mais superficialmente pelo substrato, em túneis bem expostos.





Benefícios dos Cupins ao ambiente urbano

O cupim tem papel importante como agente decompositor, por acelerar o processo de decomposição de madeiras e derivados do ambiente.

Porem este não é o único papel deste inseto que também é fundamental na manutenção da vitalidade do solo, na regeneração do solo degradado e compactado dos cultivos, pastagens, jardins urbanos, na cadeia alimentar de varias espécies de animais, entre outros fatores.




Alguns benefícios objetivos dos Cupins ao ecossistema

Abertura de rede de túneis no solo, que se distribuem por largas extensões territoriais e profundidades, determinando:

  • Aumento da porosidade;
  • Redução da compactação e aumento da maciez;
  • Transporte de partículas entre os horizontes do solo
  • Aumento da aeração;
  • Aumento da capacidade de drenagem;
  • Aumento da riqueza em matéria orgânica pela deposição de pelotas fecais;
  • Melhor distribuição da matéria orgânica, transportada pelos sistemas de túneis;
  • Degradação da madeira, em ritmo acelerado;
  • Componentes do ciclo biológico de diversos animais, que consomem o cupim como alimento ou suas carcaças como fonte de proteína (artrópodes em geral);
  • Estruturação de ninhos no solo e nas arvores, utilizada como abrigo por fauna diversa que aproveitando as frestas ou escavando diretamente os ninhos constroem seu habitáculos.
  • Fixação do nitrogênio atmosférico, medida pela flora bacteriana do intestino que se concentra nas construções termíticas e enriquece o solo ao ocorrer a morte do cupim.



Danos causados por cupins no ambiente urbano

Dentre as cerca de 2700 espécies atuais de cupins existentes no mundo, apenas pouco mais de 70 ou 80 foram assinaladas como pragas. PRAGA é qualquer organismo vivo instalado em local onde sua presença não é desejada e que provoca algum tipo de prejuízo ao ser humano.

Alguns danos causado pelos cupins são:

  • Dano as estruturas de madeira, tanto estrutural (vigas, pilares, pisos, paredes, batentes, etc.) como em mobílias;
  • Danos a papéis e similares;
  • Danos a outros materiais como gesso, plásticos, couro, etc.
  • Danos a cabos elétricos e telefônicos subterrâneos, com lesão do envoltório protetor;
  • Danos a conduites, caixas de chaves (painel), interruptores e tomadas cujo a oclusão pelo cupim acarreta risco de curto e incêndio.
  • Deposição de trilhas ou revestimentos de pelotas em diversas superfícies muito difíceis de remover;
  • Dano ao arboreto urbano com risco de queda de ramos e enfraquecimento da base e tombamento de arvores;
  • Morte da vegetação urbana em geral;
  • Prejuízo a comunidade local, tanto pelo conjunto de estragos como pelo transtorno coletivo que resulta da operacionalização do controle;
  • Prejuízo a bens de valor cultural e ou histórico.



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